
O suicídio é uma triste realidade que atinge o mundo todo. Para abordar essa realidade, o vereador Mauro Lacerda (PSB) aderiu pelo 3º ano consecutivo à campanha do ‘Setembro Amarelo’. O parlamentar tem utilizado os meios de comunicação para alertar e convidar a população para se engajar na causa.
Segundo Lacerda, é preciso quebrar o tabu sobre o tema, tendo em vista a grande quantidade de casos no Brasil à fora. “Temos utilizado com frequência a divulgação de stories sobre a campanha, pois os números são assustadores. Somos uma sociedade multitarefa em que as pessoas fazem muitas coisas ao mesmo tempo e cada vez mais cedo encontramos crianças, adolescentes e jovens doentes emocionalmente. Nossa sociedade clama por socorro na saúde emocional”, afirmou Lacerda.
Para a imprensa, o parlamentar parabenizou todos os veículos de comunicação, os gestores, legisladores, a todos que levantam a bandeira da vida. “Todos nós devemos atuar diariamente na conscientização da importância que a vida tem. Sabemos a importância das campanhas mensais, mas esse tema deve ser debatido diariamente para que todos possam saber onde buscar ajuda. Parabenizo todos os setores que levantam a bandeira da vida e propagam informações valiosas”, pontuou o parlamentar.
Dados sobre suicídio
O suicídio é um importante problema de saúde pública, com impactos na sociedade como um todo. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde - OMS, todos os anos, mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que HIV, malária ou câncer de mama - ou guerras e homicídios.
Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a quarta causa e morte depois de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal. Trata-se de um fenômeno complexo, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, sexos, culturas, classes sociais e idades.
Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro de 2022, entre 2016 e 2021 houve um aumento de 49,3% nas taxas de mortalidade de adolescentes de 15 a 19 anos, chegando a 6,6 por 100 mil, e de 45% entre adolescentes de 10 a 14 anos, chegando a 1,33 por 100 mil.
As taxas variam entre países, regiões e entre homens e mulheres. No Brasil, 12,6% por cada 100 mil homens em comparação com 5,4% por cada 100 mil mulheres, morrem devido ao suicídio. As taxas entre os homens são geralmente mais altas em países de alta renda (16,6% por 100 mil). Para as mulheres, as taxas de suicídio mais altas são encontradas em países de baixa-média renda (7,1% por 100 mil).
Em países da Europa, houve um declínio nas taxas de suicídio e observou-se um aumento dessas taxas em países do Leste Asiático, América Central e América do Sul.
Embora alguns países tenham colocado a prevenção do suicídio no topo de suas agendas, muitos permanecem não comprometidos. Atualmente, apenas 38 países são conhecidos por terem uma estratégia nacional de prevenção do suicídio.
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