
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), concedeu sua última declaração à imprensa como presidente da Casa no final da manhã deste sábado (1º). Um pouco antes, ele participou da reunião que sacramentou um bloco de 17 dos 20 partidos com representação legislativa na disputa pelo comando da Câmara nos próximos dois anos.
A eleição para a mesa diretora da Câmara dos Deputados ocorrerá a partir das 16h. Lira, que esteve na presidência da Casa nos últimos quatro anos, destacou a ampla unidade de partidos em torno do nome de Hugo Motta (Republicanos-PB) para sucedê-lo no cargo.
Também disputam o posto os deputados Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), em candidatura avulsa, e Marcel van Hattem (Novo-RS), candidato do partido Novo.
"A Câmara chega completamente unida, como se comportou ao longo desses últimos anos, com decisão quase unânime de todos os partidos da Casa. A exceção é a Federação PSOL-Rede, e o Novo, que apresentou um candidato também, mas os demais partidos aqui representados terminaram agora uma reunião administrativa obrigatória, para que pudéssemos fazer as escolhas proporcionais na escolha do corpo administrativo da Câmara", afirmou Lira.
"Espero que tudo transcorra como vem acontecendo. Nós deveremos ter uma eleição tranquila, espero que rápida. Ela será feita da fala dos três candidatos à presidência da Câmara inicialmente, depois de um sorteio das posições que ocuparão na urna eletrônica", acrescentou.
Além dos três candidatos, apenas Lira deverá falar durante a sessão. A expectativa é que todo o processo dure cerca de duas horas. A eleição definirá não apenas o próximo presidente, mas também a ocupação dos outros seis cargos mais importantes do comando da Casa: 1º vice-presidente, 2º vice-presidente, 1º secretário, 2º secretário, 3º secretário e 4º secretário, bem como quatro suplentes.
"O resultado sendo confirmado e conhecido, o próximo presidente, que não nós temos dúvida que será o deputado Hugo Motta, que representa essa Casa de maneira muito firme, consensuada, acordada, presidirá [em seguida] a abertura do resto da votação dos membros da mesa diretora.
O bloco favorito reúne o PT, partido que dirige o governo federal, e o PL, principal legenda de oposição. Os demais integrantes são PCdoB, PV, União, PP, Republicanos, PSD, MDB, PDT, PSDB, Cidadania, PSB, Podemos, Avante, Solidariedade e PRD. Juntos, eles representam 494 dos 513 deputados federais. Apenas o Novo (4 deputados) e a Federação PSOL-Rede (14 deputados) disputam de forma separada.
Em 2023, quando foi reeleito para a presidência da Câmara, Arthur Lira também reuniu um amplo bloco de partidos em seu favor e obteve a maior votação da história, com 464 votos dos colegas. A previsão é que Motta alcance um patamar similar ou até superior ao de Lira.
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